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NATAÇÃO NO BRASIL
A natação
é considerada competição a partir de
1898, quando o Clube de Natação e Regatas, do
Rio de Janeiro, realiza o 1º Campeonato Brasileiro. O
percurso escolhido tem distância de 1500 metros, da
Fortaleza Villegaignon até a praia de Santa Luzia.
Em 1913, as provas (concursos aquáticos) são
organizadas pela Federação Brasileira das Sociedades
de Remo e realizadas na Enseada de Botafogo, no Rio.
A partir de 1914, a natação passa a ser promovida
pela Confederação Brasileira de Desportos. As
primeiras piscinas para competições são
construídas em 1919, pelo Fluminense Futebol Clube,
no Rio, e em 1923, pela Associação Atlética
São Paulo, em São Paulo.
O primeiro destaque brasileiro no exterior é uma mulher:
Maria Lenk, recordista nos 200 e 400 metros nado de peito
em 1939. Nas Olímpidas de 1952, em Helsinque, Filândia,
Tetsuo Okamoto conquista medalha de bronse na prova dos 1500
metros e, em 1961, Manuel dos Santos bate o recorde mundial
dos 100 metros nado livre, com o tempo de 53s6. Mas recentemente,
o Brasil ganha projeção internacional com os
recordistas sulamericanos: Djan Madruga, Ricardo Prado, Gustavo
Borges, Rogério Romero, Daniela Lavagnino, Adriana
Salazar, Patrícia Amorim e Ana Azevedo.
O Brasil já teve 04 recordistas mundiais: Manoel dos
Santos (1961) nos 100 livre - 53,6 segundos; José Sylvio
Fiolo (1968) nos 100 peito - 1'06"04; Maria Lenk (1939)
400 e 200 peito; Ricardo Prado (1988) nos 400 Medley. |